A dupla
Uma voz, um violão e um repertório que atravessa o Brasil inteiro.
Cibele & Rafael
Cibele Martinez é a voz da dupla — presença quente, precisa e afinada com o público. Rafael da Silva é doutor em música pela UFRGS e professor do curso de Música da Unipampa. Estudou composição na Musikakademie Kassel, na Alemanha, e conduz o violão com pulso rítmico, daquele swing que se sente no corpo até o pé começar a marcar sem perceber.
Juntos, eles fazem o que playlist nenhuma entrega: leem o ambiente em tempo real e conduzem a energia do público para o que vem depois — seja preparar os presentes para uma atividade, seja abrir espaço para a confraternização ao fim do evento. Sobem ou descem a temperatura, alongam o que está funcionando, mudam de rumo quando a ocasião pede, sempre com sofisticação.
Doutor em música (UFRGS — Universidade Federal do Rio Grande do Sul). Professor do curso de Música da Unipampa (Universidade Federal do Pampa, Bagé/RS). Formação complementar em composição na Musikakademie Kassel, Alemanha. Especialista em cancioneiro popular brasileiro: MPB, samba, bossa nova, choro e baião.
Vocalista com presença cênica calibrada para eventos de alto padrão. Escuta ativa do ambiente e do público, adaptando timbre e intensidade ao momento — do brinde íntimo ao grande salão corporativo.
O jeito de tocar
A dupla parte de duas perguntas simples: que clima este encontro precisa criar? Que comunidade ele quer construir ou fortalecer? A música brasileira oferece canções para muitos estados de espírito — acolher, celebrar, emocionar, aproximar, levantar a energia. A partir daí, voz, violão e repertório são ajustados à ocasião, do acolhimento inicial ao momento em que a conversa pede mais movimento, sem perder a elegância.
Cada evento tem seu próprio pulso. A dupla acompanha o momento — jantar, brinde, fim de noite — e ajusta repertório e intensidade sem que ninguém precise pedir.
Mais de 160 músicas, do samba ao baião, da bossa à marchinha. O setlist de cada evento é montado a partir do que a ocasião e o anfitrião querem dizer.
Voz e violão em acabamento de recepção: presença musical que abraça o ambiente sem competir com a conversa — feita para espaços que valorizam o convívio.
Por que o Brasil inteiro
Na nossa região, a música nativista mostra com orgulho a força do Rio Grande. A dupla ocupa outro lugar: apresentar o Brasil inteiro — samba, choro, baião, frevo, marchinha, bossa — com acabamento elegante. É música de memória coletiva, perfeita para reforçar a herança cultural que compartilhamos como brasileiros e para receber convidados estrangeiros com uma amostra viva da nossa diversidade.
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